Cidadania+

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Gabriela Trevisan | ProChild CoLAB (Coord.)
Natália Fernandes | Universidade do Minho (Coord.)
Cidália Silva | Universidade do Minho
Gabriela Bento | ProChild CoLAB
Manuel Sarmento | Universidade do Minho
Mariana Carvalho | ProChild CoLAB

  • Promover o conhecimento científico sobre participação social, cidadania e igualdade de género das crianças, com base numa abordagem interdisciplinar e multinível.
  • Construir práticas sociais integradas com base territorial para promover a participação social das crianças, com o objetivo de melhorar o seu bem-estar pessoal e social.
  • Promover ambientes e atitudes de igualdade de género em comunidades e escolas desfavorecidas.
  • Qualificar profissionais para implementar intervenções sociais com crianças.
  • Promover uma cultura comunitária promotora dos direitos da criança.
  • Construir o Modelo de “Território de Aprendizagem” (Learning Field) por meio de uma intervenção integrada nas áreas social, educacional, planeamento urbano, proteção e saúde, voltada para crianças e adultos em comunidades socialmente desfavorecidas.
  • “Sem muros nem fronteiras”: Mapeamento e transformação do território com as crianças
  • Experiência singular, responsabilidade coletiva: Comunidade de prática de técnicos/as de intervenção social
  • “Conhecer + para intervir melhor”: Materiais de divulgação dos direitos da criança a partir do contributo das crianças
  • “Dos outros lados”: Promoção da igualdade de género na educação de infância​

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“Sem muros nem fronteiras”: Mapeamento e transformação do território com as crianças

Cidália Silva | Universidade do Minho (Coord.)
Natália Fernandes | Universidade do Minho (Coord.)
Mariana Carvalho | ProChild CoLAB (Coord.)
Ana Sofia Silva | doutoranda Universidade do Minho
Gabriela Bento | ProChild CoLAB
Gabriela Trevisan | ProChild CoLAB
Manuel Sarmento | Universidade do Minho
Bolseiro | pós-doutoramento Universidade do Minho

O mapeamento do território com as crianças, partindo das suas experiências e perceções, é um exercício central para a construção de ações significativas no espaço e nas mobilidades quotidianas. Através de grupos focais e de mapas digitais, este projeto permitirá reconhecer as crianças como agentes sociais capazes. As suas “vozes”, expressas nos mapas produzidos, podem ser apresentadas em diferentes locais (juntas de freguesia, centros comunitários, etc…).

  • Envolver ativamente as crianças no processo de requalificação dos espaços públicos em Pevidém.
  • Sensibilizar os/as parceiros/as do projeto para importância da participação das crianças.
  • Assegurar a participação das crianças nos processos de conceção e concretização das mudanças propostas.
  • Mapear com as crianças os espaços públicos que utilizam.
  • Construção de três grupos focais de EB da zona de intervenção (6 aos 10 anos) (Pevidém, Gondar, S. Martinho de Candoso). Tema: estudos de mobilidade e de apropriação do espaço coletivo pelas crianças.
  • Realização de percursos pedonais selecionados pelo grupo de crianças.
  • Realização de percursos pedonais propostos pelos adultos e realizados com as crianças.
  • Organização de workshops de exploração e representação do território com as crianças e adultos.
  • Organização e divulgação do material produzido (iconográfico, cartográfico e audiovisual).
  • Integração das crianças nos processos de intervenção urbanística no Território de Aprendizagem.
  • Organização de reuniões comunitárias de auscultação da população.

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Experiência singular, responsabilidade coletiva: Comunidade de prática de técnicos/as de intervenção social

Gabriela Trevisan | ProChild CoLAB(Coord.)
Cidália Silva | Universidade do Minho
Gabriela Bento | ProChild CoLAB
Inês Guedes de Oliveira | Universidade de Aveiro
Manuel Sarmento | Universidade do Minho
Mariana Carvalho | ProChild CoLAB
Natália Fernandes | Universidade do Minho

As comunidades de prática entre profissionais da área social e educativa permitirão a partilha e diagnóstico das temáticas centrais a trabalhar no território relativos à infância e participação social, e a criação de projetos formativos e de intervenção significativos. Participarão desta comunidade profissionais ligados a serviços locais sociais (ex., assistentes sociais, educadores/as sociais, representantes de juntas de freguesia e outros serviços públicos, arquitetos) e de serviços educativos formais ou não formais (professores/as de 1º ciclo, educadores/as de ATL, educadores/as de infância, animadores/as socioculturais, e outros).

  • Produzir o diagnóstico dos temas centrais para os/as técnicos/as de diferentes áreas no que respeita às crianças, aos jovens e ao bem-estar na área da participação e da cidadania ativa.
  • Identificar e priorizar necessidades principais e temáticas centrais à intervenção com as crianças e jovens de Pevidém.
  • Construir, de modo participado, um modelo de estruturação da comunidade de prática.
  • Planear e desenvolver atividades que contribuam para a melhoria do bem-estar das crianças a partir das práticas de intervenção (ex., melhoria de parcerias entre instituições, formações específicas, workshops, construção de projetos coletivos).
  • Identificação e convite às instituições e membros da comunidade de prática.
  • Reunião inicial e levantamento de necessidades e boas práticas de participação social no Território de Aprendizagem.
  • Definição do modelo de funcionamento da comunidade de prática.
  • Acreditação da ação junto do Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua.
  • Elaboração do plano de atividades da comunidade de prática.
  • Preparação dos workshops, cursos de formação.
  • Avaliação do modelo e do plano de atividades.
  • Organização de workshops de exploração e representação do território com as crianças e adultos.
  • Organização e divulgação do material produzido (iconográfico, cartográfico e audiovisual).
  • Integração das crianças nos processos de intervenção urbanística no Território de Aprendizagem.
  • Organização de reuniões comunitárias de auscultação da população.

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“Conhecer + para intervir melhor”: Materiais de divulgação dos direitos da criança a partir do contributo das crianças

Natália Fernandes | Universidade do Minho (Coord.)
Gabriela Trevisan | ProChild CoLAB
Manuel Sarmento |Universidade do Minho

A participação é indiscutivelmente central na agenda de inclusão social. Porém, as crianças têm tido contributos limitados nas políticas nacionais e locais, sobretudo quando essa participação se reflete em processos de tomada de decisão. Assim, pensar a participação multidimensional deve ser parte do processo e da resposta para a inclusão social como um conceito dinâmico. É, em síntese, esta imagem da criança como sujeito ativo de direitos que hoje em dia desafia, quer as concetualizações teóricas, quer as práticas sociais.

  • Ampliar e densificar os direitos da criança do Território de Aprendizagem nos seus diferentes contextos de vida.
  • Sensibilizar as crianças para a importância dos direitos da criança e para os desafios que se colocam à sua efetiva implementação nos seus contextos de vida.
  • Criar uma metodologia partilhada para trabalho com direitos nos contextos de vida das crianças.
  • Sensibilizar a freguesia para os direitos da criança, a partir de diferentes dispositivos feitos pelas e com as crianças.
  • Produzir uma APP dos direitos das crianças (partir-se-á de alguns já trabalhados e identificados na Carta da Cidadania Infanto-Juvenil e acrescentar-se-ão outros, fruto do trabalho com as crianças do Território de Aprendizagem).
  • Identificar os contextos de vida das crianças e elencar os direitos das crianças nesses contextos.
  • Produzir diferentes materiais e dispositivos com as crianças sobre os seus direitos (ex., cartazes desenhados e escritos pelas crianças que podem ser expostos em diferentes pontos/instituições da cidade; gravação de direitos pelas crianças que passem em rádios locais; divulgação dos trabalhos e reflexões das crianças através de redes sociais e outras possibilidades pensadas com as crianças).
  • Elaborar e gravar spots de rádio com as crianças, cujo registo áudio é transmitido em rádios locais e em diferentes locais da cidade.
  • Elaborar uma APP do Território de Aprendizagem, em formato digital (APP “os meus direitos”).

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“Dos outros lados”: Promoção da igualdade de género na educação de infância​

Natália Fernandes | Universidade do Minho (Coord.)
Gabriela Trevisan | ProChild CoLAB
Manuel Sarmento | Universidade do Minho

As desigualdades sociais são hoje encaradas como multifatoriais, encontrando-se diferentes origens para as mesmas, acreditando-se que se interrelacionam. A perspetiva de interseccionalidadepromove uma visão crítica das desigualdades não a limitando ao género, ainda que reconhecendo a manutenção das mesmas. Estas perceções sociais iniciam-se desde cedo, na infância, pelo que importa trabalhar com educadores/as e com crianças sobre esta temática.

  • Desconstruir desigualdades de género vividas por crianças nos diversos espaços da freguesia que frequentam a partir da abordagem da interseccionalidade (género, etnicidade, nacionalidade, deficiência, classe social, idade, etc.).
  • Recolher dados junto das crianças e dos espaços que frequentam de forma a identificar processos, práticas e usos genderizados (ex., recreios, parques infantis).
  • Elaborar com as crianças um conjunto de recomendações sobre formas de inclusão e promoção da igualdade de género.
  • Proporcionar reflexões com os/as educadores/as de infância e pais sobre a temática da educação para a igualdade de género.
  • Identificar contextos de vida das crianças para observação: parques infantis, recreio escolar, comunidade em geral.
  • Observar e registar os diferentes modos, processos e práticas de frequência do espaço.
  • Produzir recomendações para redução das desigualdades vividas pelas crianças, com as próprias crianças (tendo como base as recomendações produzidas pela CIG).
  • Formar adultos da comunidade de prática para a importância das questões das desigualdades na infância.
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