equipa Alexandra Ribeiro

Alexandra Ribeiro

Designer digital

Em 2007, a Alexandra Ribeiro acabou o ensino secundário na Escola Artística Soares dos Reis (Porto), especializando-se em Design de Produto (Joalharia).

É licenciada em Design pela Universidade de Aveiro desde 2010. Terminou a licenciatura na Universidad de Extremadura (Espanha), ao abrigo do programa Erasmus, frequentando o curso de Engeniéria Del Diseño Industrial. Neste contexto, foi uma das vencedoras do programa Jóvenes Talentos Universitários.

Desde 2012, é Mestre em Ensino de Artes Visuais no 3.º Ciclo e Secundário, quando defendeu a sua dissertação – “A imaginação ao poder em educação visual”, publicada no RIA-UA.

Em 2012, realizou o estágio profissional numa empresa de comercialização de produtos artesanais, dedicando-se ao design e ilustração de rótulos.

De 2013-2015 foi Bolseira de Investigação no Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores (Universidade de Aveiro), onde desenvolveu trabalhos de identidade visual, design gráfico e webdesign, sendo também responsável pela paginação da revista científica Indagatio Didactica.

De 2015-2020 trabalhou na Minerva (Vila do Conde) onde exerceu trabalho de designer gráfica, webdesigner e operadora de pré-impressão. Na mesma empresa, teve formação em Adobe Illustrator, Adobe InDesign, User Experience/User Interface, SEO, Frontend-development e Responsive Design.

Trabalhou para a União de Mulheres Alternativa e Resposta nos projetos “16 dias contra a violência doméstica”, “Mudanças com arte” e “Assédio Sexual no Trabalho é Violência”.

   

O que queria ser quando fosse grande…

Queria ser professora. Aos 6 anos, tentei ensinar a minha avó analfabeta a ler e a escrever. Durante a infância, a minha avó comprava-me caixas de giz para escrever nas paredes do quintal.

   

Tempos livres

Dedico-me aos livros, à música, ao teatro, ao cinema e adoro viajar. Valorizo muito a socialização com @s amig@s e a família.

 

Curiosidade

Tenho uma filosofia de vida que intitulo “as flores existem”, como forma de ver poesia em tudo.

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