Experiências de adversidade, neuroinflamação e saúde mental nos primeiros anos de vida​

Experiências de adversidade, neuroinflamação e saúde mental nos primeiros anos de vida

Andrea Cruz | ProChild CoLAB (Coord.)
Isabel Soares | Universidade do Minho (Coord.)
Rui Godinho | SCML (Coord.)
Marlene Sousa | ProChild CoLAB
Helena Grangeia | ProChild CoLAB
Leonor Bettencourt | ProChild CoLAB
Stephanie Alves | ProChild CoLAB
Ana Mesquita | Universidade do Minho
Adriana Sampaio | Universidade do Minho
Inês Mendes Pinto | INL

Estudos indicam que a adversidade nos primeiros anos de vida (AI) afeta tanto o funcionamento neurobiológico quanto as respostas fisiológicas, tais como as funções cardiometabólicas e imunológicas relacionadas com a saúde mental/bem-estar das crianças, sugerindo que a AI está associada ao desenvolvimento de problemas de saúde mental. O que permanece ainda por esclarecer, no entanto, são as vias moleculares que ligam a exposição à adversidade com o aparecimento de problemas emocionais e comportamentais, bem como a relação de causalidade entre estas variáveis.

  • Neste projeto, pretendemos identificar os mecanismos neuroinflamatórios potencialmente envolvidos na relação entre AI e saúde mental das crianças durante os seus primeiros anos. Iremos procurar examinar se, e de que modo, a AI afeta o sistema imunológico (i) ao promover modificações epigenéticas de genes inflamatórios específicos e/ou (ii) pela desregulação de proteínas inflamatórias que, provavelmente, influenciam o bem-estar, especialmente nos primeiros anos da infância.
  • Identificação de perfis de biomarcadores clinicamente relevantes, em saliva.
  • Desenvolvimento de soluções computacionais integrativas para avaliação de risco em saúde infantil, a partir da identificação e quantificação de biomarcadores específicos.
  • Desenvolvimento de tecnologia de biossensores portátil para deteção de biomarcadores selecionados.
Experiências de adversidade, neuroinflamação e saúde mental nos primeiros anos de vida​
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